Atendimento exclusivamente particular. Não atendemos por planos de saúde.
  1. Clínica Sinus
  2. Cirurgias
  3. Cirurgia de desvio de septo
Septoplastia e turbinoplastia

Cirurgia de desvio de septo para quem cansou de respirar pela boca

Feita por via endoscópica, pelo interior das narinas, sem corte externo e sem mudar o formato do seu nariz. Na maior parte dos casos, sem o tampão nasal que todo mundo teme.

Sala de exames da Clínica Sinus, onde é feita a avaliação endoscópica do septo
Anestesia
GeralCom avaliação pré-anestésica obrigatória antes de marcar a data.
Duração
1h a 2hVaria conforme o desvio e se há turbinoplastia ou cirurgia de seios associada.
Internação
CurtaEm geral alta no mesmo dia ou após uma noite, conforme o caso e o hospital.
Volta à rotina
ProgressivaAtividades leves em poucos dias. Esforço físico é liberado mais tarde, caso a caso.
Quando operar

Ter desvio de septo não significa precisar de cirurgia

A maioria das pessoas tem algum grau de desvio e nunca percebe. O que define a indicação não é a imagem da tomografia, é o sintoma que o desvio provoca e a resposta que ele já deu ao tratamento clínico.

Costuma ser indicada quando

Existe obstrução anatômica real e o tratamento com medicação já foi tentado sem resolver.

  • Nariz entupido o tempo todo, de um lado ou dos dois, que não melhora com spray nem com lavagem
  • Respiração pela boca durante o sono, boca e garganta secas ao acordar
  • Sinusites de repetição, porque o desvio atrapalha a drenagem dos seios da face
  • Ronco e apneia com componente nasal importante
  • Sangramentos nasais de repetição ligados a um esporão do septo
  • Dificuldade para tolerar o CPAP por obstrução do nariz
  • Necessidade de acesso ao seio da face ou à base do crânio em outra cirurgia

Não costuma ser indicada quando

Nesses casos a conversa começa pelo tratamento clínico. Operar não resolveria o problema.

  • O desvio aparece no exame mas você respira bem e não tem queixa
  • A obstrução vem só da rinite alérgica, com cornetos inchados e septo praticamente reto
  • O nariz entope por uso prolongado de descongestionante, situação que primeiro precisa ser desfeita
  • A queixa principal é o formato externo do nariz, e não a respiração. Aí a conversa é sobre rinoplastia
  • Existe condição clínica não compensada que torna a anestesia mais arriscada do que o benefício
A indicação sai da consulta, não do exame de imagem.

Na avaliação fazemos a vídeo-endoscopia nasal no mesmo dia, já inclusa na consulta, e você vê na tela exatamente o que está obstruindo. Boa parte das pessoas descobre ali que o problema principal é o corneto, não o septo, e que existe tratamento sem cirurgia.

Anatomia

O que está obstruindo, ponto a ponto

Corte do nariz visto de frente. Toque em cada número para entender a estrutura e o papel dela na sua respiração. É mais ou menos isso que você vê na tela durante a vídeo-endoscopia da consulta.

1 2 3 4 Esquema ilustrativo, fora de escala

Na consulta você vê as suas próprias imagens, não um desenho. A vídeo-endoscopia é feita no mesmo dia e já está inclusa.

Caminhos possíveis

Cirurgia é uma das opções, não a única

Antes de falar em centro cirúrgico, vale saber o que existe entre o remédio e a sala de operação. Boa parte das pessoas que chega aqui achando que vai operar sai com o primeiro caminho da tabela.

Primeiro passo

Tratamento clínico

Corticoide nasal, controle da alergia, lavagem de alto volume e, quando indicado, imunoterapia.

Resolve
Inchaço da mucosa
Não resolve
Desvio ósseo ou de cartilagem
Anestesia
Nenhuma
Afastamento
Nenhum
Indicado quando
A obstrução é só inflamatória
O foco desta página

Septoplastia

Correção endoscópica do septo, em geral junto com a turbinoplastia, sem mexer no formato externo.

Resolve
Obstrução anatômica
Não resolve
A rinite, que segue em tratamento
Anestesia
Geral
Afastamento
Poucos dias a semanas
Indicado quando
O clínico já falhou
Se também for estético

Rinosseptoplastia

Reúne a correção funcional e a mudança do formato externo em um único tempo cirúrgico.

Resolve
Respiração e formato
Não resolve
A rinite, que segue em tratamento
Anestesia
Geral
Afastamento
Maior, por causa do edema
Indicado quando
Há também desejo estético
Não é uma escada obrigatória.

Quem chega com desvio grave, já tendo usado corticoide nasal por meses sem melhora, não precisa repetir o que não funcionou. A tabela mostra as opções, e a escolha sai da sua história clínica.

Como é feita

Por dentro do nariz, com câmera e sem corte externo

O septo é a parede de cartilagem e osso que separa as duas narinas. A septoplastia endoscópica corrige essa parede por dentro, preservando o que sustenta o nariz. O formato externo não muda.

Planejamento

Vídeo-endoscopia e, quando necessário, tomografia definem qual parte do septo está desviada e se os cornetos entram no mesmo tempo cirúrgico.

Acesso endoscópico

Uma incisão pequena dentro da narina dá acesso ao septo. A câmera de alta definição mostra a região ampliada, o que aumenta a precisão.

Correção

As porções desviadas de cartilagem e osso são remodeladas ou retiradas de forma seletiva, mantendo a estrutura que sustenta o dorso e a ponta.

Fechamento

Pontos internos absorvíveis. Em vez do tampão clássico, em geral usamos placas finas de silicone por alguns dias, que permitem respirar.

No nosso canal

O que realmente acontece depois de uma cirurgia nasal

O pós-operatório explicado pela nossa equipe, sem romantizar: o que incomoda, por quanto tempo e o que de fato acelera a recuperação.

O vídeo só carrega quando você clica, para não deixar a página lenta.

Pós-operatório

O que esperar, semana a semana

Esta é a dúvida que mais trava a decisão. O roteiro abaixo é o percurso comum, mas o seu caso é definido na consulta e nas orientações por escrito que você recebe antes da cirurgia.

Primeiras 48 horas

Nariz congestionado, e isso é esperado

O inchaço interno faz o nariz parecer mais entupido do que antes da cirurgia. Dor costuma ser leve a moderada e controlada com os analgésicos prescritos. Dormir com a cabeceira elevada e usar compressa fria ajudam bastante.

Primeira semana

Lavagem nasal vira a sua rotina

A lavagem com soro é o cuidado mais importante do período: remove crostas e secreção e acelera a cicatrização. As placas de silicone, quando usadas, costumam sair nessa fase, em consultório e sem anestesia. Nada de assoar o nariz com força.

Segunda a quarta semana

A respiração começa a abrir de verdade

O edema cede aos poucos e a melhora passa a ser perceptível. Trabalho de escritório e rotina leve em geral já foram retomados. Esforço físico, academia e mergulho só com liberação na consulta de retorno.

Um a três meses

Resultado se estabiliza

A cicatrização interna termina e a respiração atinge o patamar que vai se manter. Os retornos servem para limpar o nariz por endoscopia, acompanhar a cicatrização e ajustar o tratamento da rinite, quando ela existe.

Procure contato imediato se houver sangramento que não para, febre alta ou dor que piora em vez de melhorar.

Depois da cirurgia você fica com o WhatsApp da equipe. Complicação é incomum, mas quando acontece o que faz diferença é agir cedo, e não esperar o próximo retorno.

Planeje antes de marcar

Quanto tempo você vai precisar parar?

A dúvida que mais adia a decisão. Duas perguntas dão uma faixa realista para você conversar com o trabalho antes de escolher a data.

Estimativa de retorno à rotina

Vale para a septoplastia com ou sem turbinoplastia. Rinosseptoplastia costuma pedir mais tempo, por causa do edema externo.

Como é o seu trabalho?
Você treina com regularidade?
— responda as duas perguntas acima

A faixa aparece aqui.

Estimativa para planejamento, não é prescrição. O seu afastamento real é definido pela equipe conforme a cirurgia indicada, as suas condições clínicas e a evolução da cicatrização. Atestado e relatório são fornecidos pela clínica.

Antes da cirurgia

O que organizar nas semanas que antecedem

Quem chega preparado atravessa melhor a primeira semana. Marque conforme for resolvendo: a lista fica salva no seu navegador e você pode voltar aqui depois.

0 de 7

itens resolvidos. Nada é enviado para a clínica, a marcação fica só no seu aparelho.

Mitos e verdades

O que você ouviu de alguém que operou há vinte anos

Mito

A cirurgia muda o formato do meu nariz

Não muda. A septoplastia trabalha a parede interna e preserva as estruturas que sustentam o dorso e a ponta. Quem quer mudar o formato externo está falando de rinoplastia, que é outra cirurgia e pode ser feita no mesmo tempo, se for o seu desejo.

Mito

Vou sair com aquele tampão enorme e doloroso

O tampão clássico caiu em desuso na maior parte dos casos. Hoje usamos placas finas de silicone que deixam um canal para o ar passar, e elas saem no consultório em poucos dias, sem o drama que a geração anterior conta.

Verdade

O nariz fica mais entupido nos primeiros dias

É o inchaço interno da cicatrização, não é a cirurgia dando errado. Quase todo mundo passa por isso e estranha. A melhora começa a aparecer a partir da segunda semana e se consolida ao longo de alguns meses.

Verdade

Operar o septo pode não resolver sozinho

Se você tem rinite alérgica, ela continua existindo depois da cirurgia. Por isso avaliamos cornetos, alergia e seios da face junto, e o plano quase sempre combina cirurgia com tratamento clínico mantido. Quem promete resolver tudo com uma coisa só está simplificando demais.

Mito

Dá para corrigir desvio de septo sem cirurgia

Nenhum aparelho, exercício ou medicamento endireita cartilagem e osso. O que o tratamento clínico faz, e faz muito bem, é reduzir o inchaço da mucosa e melhorar o sintoma. Quando isso basta, não operamos.

Verdade

Existe idade mínima para operar

Em crianças e adolescentes a indicação é mais criteriosa, porque o septo participa do crescimento do nariz e da face. Em geral se espera o fim do estirão de crescimento, salvo em situações específicas como obstrução grave ou trauma.

Quem opera

Cirurgiões dedicados ao nariz

Os dois sócios-fundadores da clínica têm fellowship em cirurgia endoscópica nasal e base de crânio. Quem avalia na consulta é quem opera e quem acompanha o seu pós-operatório.

Dra. Bruna Coelho Ellery

Dra. Bruna Coelho Ellery

Rinologia e cirurgia de base de crânio

Título de especialista pela ABORL-CCF e fellowship no Instituto Felippu. Cirurgia nasal funcional e estética.

CRM-SP 171.304 · RQE 90.404
Dr. Guardiano Teixeira

Dr. Guardiano Teixeira

Rinologia e cirurgia de base de crânio

Formado pela UFCSPA, residência no HCPA, título pela ABORL-CCF e fellowship em rinologia no Instituto Felippu.

CRM-SP 203.960 · RQE 86.953
Dúvidas frequentes

As perguntas que todo mundo faz antes de decidir

A cirurgia em si é feita sob anestesia geral, então você não sente nada durante o procedimento. No pós-operatório a queixa mais comum não é dor, é a sensação de nariz entupido e de pressão no rosto.

A dor, quando aparece, costuma ser leve a moderada e responde bem aos analgésicos prescritos. Comparada à cirurgia de amígdalas, por exemplo, a septoplastia é bem mais tranquila.

Para trabalho de escritório ou home office, a maioria dos pacientes retoma em poucos dias. Para atividades que exigem esforço físico, exposição a poeira ou calor intenso, o afastamento é maior.

Academia, corrida, luta e mergulho entram depois, com liberação na consulta de retorno. Fornecemos atestado e relatório para o seu RH.

Sim. Quando a pessoa quer resolver a respiração e também mudar o formato externo do nariz, fazemos a rinosseptoplastia, que reúne as duas coisas em um único tempo cirúrgico, uma anestesia e uma recuperação.

A decisão é sua e é conversada na consulta, com planejamento individual. Não existe obrigação de fazer as duas: muita gente opera só o septo e mantém o nariz exatamente como é.

A correção do septo é definitiva nas porções tratadas. O que pode acontecer é a obstrução voltar por outro motivo: rinite mal controlada, novo trauma no nariz ou crescimento de pólipos.

Por isso a consulta avalia o nariz inteiro, e não só o septo, e o plano inclui o controle da rinite quando ela existe.

Nem sempre. A vídeo-endoscopia feita na consulta já mostra o septo, os cornetos e a região de drenagem dos seios da face, e em muitos casos é suficiente para definir a conduta.

A tomografia entra quando há suspeita de doença dos seios da face, pólipos, cirurgia nasal prévia ou necessidade de planejamento mais detalhado.

O atendimento na clínica é exclusivamente particular, sem convênio. Emitimos nota fiscal e relatório médico detalhado para que você solicite reembolso ao seu plano, quando o contrato prevê essa cobertura.

A secretaria explica pelo WhatsApp como funciona o processo, incluindo a parte hospitalar, que segue regras próprias de cada operadora.

Operamos em hospitais de referência de São Paulo, com equipe anestésica de confiança e materiais de primeira linha. A escolha depende do seu caso, da sua agenda e da sua preferência.

As opções disponíveis são apresentadas na consulta, antes de qualquer decisão, junto com a estimativa de custo hospitalar.

Para assistir antes da consulta

Mais sobre o seu nariz

Leve estas perguntas para a consulta

Paciente que chega com perguntas na mão sai com decisão mais firme. Pode imprimir ou tirar um print desta lista.

  1. No meu caso, qual parte da obstrução é do septo e qual é do corneto?
  2. Já tentamos tudo que o tratamento clínico oferece antes de operar?
  3. A cirurgia indicada é só septoplastia ou inclui turbinoplastia e seios da face?
  4. Vou precisar de tampão? Se sim, por quanto tempo?
  5. Quantos retornos estão previstos e o que é feito em cada um?
  6. Depois da cirurgia, vou continuar precisando tratar a rinite?
  7. Quais riscos específicos existem para o meu caso?
  8. Quem opera e quem me acompanha no pós-operatório?
Glossário

Os termos que você vai ouvir na consulta

A consulta já responde
se você precisa operar.

Você sai do atendimento com a vídeo-endoscopia feita, as imagens explicadas e a conduta definida. Se não houver indicação cirúrgica, vamos dizer isso com todas as letras.

Rua Gomes de Carvalho, 921, cj. 33/34, Vila Olímpia Segunda a sexta, das 8h às 17h Atendimento exclusivamente particular
Agendar